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20/11/2008   |   Comentários (1)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Sugira pauta!

O que você, caro leitor, gostaria de ver aqui? Sugira!

20/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Jornal Naciona e a crise

. Do César Maia:
. O JORNAL NACIONAL E A CRISE! MELHOR SERIA DIZER AS COISAS COMO SÃO!
. 1. O JN tem feito força para ajudar a criar um quadro de relativo otimismo sobre a conjuntura. Certamente seu objetivo é o melhor: evitar que um clima de pessimismo agrave a crise. Ontem, num bloco-série semanal, dava continuidade a informar sobre empreendedorismo e de que forma as pessoas podem tomar iniciativas. Em outro, em cima de uma pesquisa defasada do IBGE de setembro sobre vendas a varejo, reforçava com entrevistas decisões de compra a crédito de bens duráveis.
. 2. E finalmente o presidente Lula, suando na testa, pedia que quem tiver algum dinheiro não o coloque debaixo do colchão, mas que gaste porque se não o fizer a conseqüência será o desemprego. Pela primeira vez Lula usa a expressão desemprego e o fez com ansiedade.
. 3. O problema é que as pessoas estão correndo risco com seus empregos e estimular o consumo, inocuamente, elimina o colchão de segurança que podem ter para o caso de perderem suas ocupações. Na Alemanha a decisão das pessoas é poupar neste momento. O governo não desestimula, pois mais vale perder "zero vírgula" alguma coisa de PIB que ter que deixar as pessoas ao sabor da crise sem seus elementos pessoais de autodefesa, como a poupança.
. 4. Desta forma, entrar por um sendeiro de criação virtual de expectativas, provavelmente terá como conseqüência e desdobramento, um impacto ainda maior da crise sobre as pessoas e suas famílias. O fundamental deve ser dizer como as coisas são de fato, de forma a que as pessoas tomem as suas decisões de autodefesa econômica.
. 5. Várias empresas suspenderam as festas de Natal, dando um sinal claro de austeridade a seus funcionários. O UBS informou publicamente que havia suspendido os bônus de seus dirigentes. Obama suspendeu seu suave sorriso e trocou pela seriedade que a conjuntura exige. Enquanto isso, Lula festejava na semana passada com jogadores de futebol, junto a Berlusconi e ontem recebia a camisa do Chelsea das mãos do próprio Felipão. Uma alegria danada. Não é o momento para isso. Aliás, o JN nos livrou desta imagem grotesca num quadro de crise.

19/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Gestão Pública

. Editorial do Vale Paraibano
. O Prefeito Cury congelou novas obras até que o impacto da crise mundial sobre a economia de São José seja melhor conhecido
. Uma das grandes conquistas da gestão pública no Brasil nos últimos anos foi a Lei de Responsabilidade Fiscal, que trata do equilíbrio das contas públicas.
. Essa lei, datada de 4 de maio de 2000, exige mais planejamento, mais controle e mais transparência das contas públicas e pode ser traduzida, para um entendimento bem direto, em uma equação simplista --nenhum governante pode gastar mais do que a prefeitura ou Estado sob a sua responsabilidade arrecada durante o exercício fiscal. Além disso, ela restringe o limite de endividamento de prefeituras e Estado. Para o administrador público consciente, trata-se de uma ferramenta eficaz de gestão de gastos e controle de políticas públicas. Para o administrador mal-intencionado, um limitador, para sorte do cidadão.
. A LRF não surgiu do nada.
. Ela é fruto de um debate amplo travado nos anos 80 e principalmente nos anos 90 sobre limites e responsabilidades do administrador público. Datam desse período amplo gestões públicas de forte impacto negativo --como as passagens de Paulo Maluf pela Prefeitura de São Paulo e os governos Orestes Quércia e Luiz Antonio Fleury Filho à frente do Palácio dos Bandeirantes, para ficarmos apenas nos limites do Estado. Essa mudança de visão na gestão pública foi a chave da gestão, por exemplo, de Mário Covas no governo de São Paulo e de Emanuel Fernandes à frente da Prefeitura de São José dos Campos. Em parte pela parcimônia nos gastos públicos, ambos receberam a alcunha de pão-duros, mas recuperaram as finanças das instituições sob sua responsabilidade. No caso de São José, não sem a crítica da oposição à estratégia de superávit mantida pela administração do PSDB nos últimos anos. Em todo caso, é melhor sobrar dinheiro em caixa (que pode ser usado no caso de emergências) que faltar.
. Por que tudo isso?
. Antes de viajar para a Europa, onde vai receber, em nome do governo municipal, um prêmio na área de transportes, o prefeito Eduardo Cury determinou o congelamento de novos projetos da administração, de olho na crise que abala mercados, governos e países nas últimas semanas. Até quando isso vai durar? A resposta é simples: até que seja possível prever ou antever como a crise afetará a saúde econômica-financeira do município em 2009. Trata-se de uma medida consciente em um período histórico confuso. Engenheiro de formação e seguidor da cartilha política de Emanuel, Cury quer ter em mãos sinais mais concretos sobre o futuro imediato para preparar seu governo. Uma medida sábia.
. O perigo é esse período de análises vir a paralisar a administração. Para isso, todo cuidado é pouco.

19/11/2008   |   Comentários (1)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
IPTU

. O que será que o prefeito Macchione nos reserva? Será que vai aumentar via UFMC? Será que vai reduzir o desconto de quem paga a vista e repassar para os mais pobres? O leitor que tiver idéias para ajudar o prefeito a refletir pode postar aqui! Vamos debater, enquanto há tempo.

18/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Desemprego e avalição de governos

. Do Ex-Blog do Cesar Maia
. EXPECTATIVA DE DESEMPREGO E AVALIAÇÃO DOS GOVERNOS!
. 1. Na campanha presidencial argentina em que Meném venceu Bordón, hoje embaixador da Argentina junto a OEA, os analistas demonstraram um equívoco, até ali pouco claro, na comunicação eleitoral em tempo de crise e desemprego. Bordón, que surpreendia no processo eleitoral e apontava para um segundo turno, concentrava sua campanha em mensagens aos desempregados.
. 2. A taxa de desemprego, mais alta ou mais baixa, não é um fator politicamente decisivo. O fundamental é se esta taxa está parada, se sobe ou se desce. Na medida em que esteja estacionada, a comunicação aos desempregados se dirige apenas a eles e estará sempre falando a minorias.
. 3. Na medida em que esta taxa esteja decrescendo, a comunicação a eles é inócua, pois estará falando a quem tem expectativa de conseguir emprego e não atinge os que estão empregados e se sentem seguros.
. 4. Mas quando a taxa de desemprego é crescente, o quadro é diferente. Outra vez os desempregados são uma minoria. Mas os que estão empregados e sentem o desemprego se aproximando quando um colega fica desempregado, ou um parente, ou um vizinho ou amigo, a taxa de insegurança chega a proporções crescentes dos empregados.
. 5. Desta forma a comunicação política dirigida aos empregados mostrando o risco que correm passa a ter um impacto muito grande pela realidade que espelha.
. 6. É essa a questão central nos próximos meses que vai dar sustentabilidade a aprovação do presidente e governadores, ou desgastá-los. Os programas compensatórios em geral atingem focalizadamente a base da sociedade, mas não resolve a equação política.
. 7. É essa dinâmica que deve ser acompanhada pelos analistas, pelos políticos e pelos governos e que pode alterar o quadro político atual.

15/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Reduzir o gasto público

. “Também sou favorável a reduzir o gasto público, mas o gasto com juros”, diz presidente do Ipea
. A desigualdade entre renda do trabalho e da propriedade no Brasil está pior hoje que em 1990, último ano da chamada ‘década perdida’. O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, alertou que a alta dos juros no país e a crise mundial, provocada pelo vale-tudo dos mercados financeiros, podem piorar a situação. Justamente num período em que o país vinha se recuperando, e a renda do trabalho crescia desde 2004.
. Segundo Pochmann, para reduzir os efeitos da crise no Brasil, é preciso tentar manter o nível de atividade. “Também sou favorável a reduzir o gasto público, mas o gasto com juros. Precisamos perguntar à população se ela está satisfeita com o serviço de saúde, se a educação atingiu um nível de qualidade que não precisa de mais recursos, construção de escolas... Todos defendem o corte dos gastos. Então pergunto onde cortar?”, disse Pochmann, durante apresentação do estudo “Distribuição Funcional da Renda no Brasil”, na sede do Ipea, em Brasília.
. “Do ponto de vista da composição do gasto, o Estado gasta somas significativas com juros. São 7% do PIB que comprometemos anualmente. Juros é renda da propriedade, é uma contribuição para o aumento da desigualdade da renda [nacional]”. (Ascom/Ipea)

15/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
A escola e a marginalidade

. A perdição da infância e juventude é a grande preocupação da atualidade. Os pais, mestres e autoridades não estão sabendo como lidar com a criança e o adolescente de hoje e estão perdendo a esperança em dias melhores. Alguns, na autodefesa, ignorando os próprios erros, procuram um “bode espiatório”, culpam quem não pode se defender: o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Ledo engano de quem pensa assim, pois a culpa está na omissão da família, da sociedade e do Estado. Da família porque terceirizou a educação desde o nascimento, não proporcionando aos filhos a convivência familiar necessária para lhe impor limites, respeito recíproco e boas maneiras. A educação vem de berço, o que os filhos de hoje não estão tendo. Alguns pais não primam pelo bom exemplo. Valem-se da Lei de Gerson, quanto mais vantagem melhor, não importa como. É só tomar cuidado para não ser apanhado. Por comodismo ou ignorância, deixam os filhos se contaminarem pelas más companhias e maus costumes. É evidente que os pais não ensinam aos filhos: traficar, roubar, furtar, usar drogas, beber ou fumar, mas lhe dão liberdade para que aprendam na rua e em casa. Da sociedade porque não protesta ou se organiza contra a omissão das autoridades públicas que se deixam levar pelo interesse econômico, descaso e indiferença. As autoridades públicas omissas devem sim ser cobradas a cumprir as suas funções. Cada servidor público tem, efetivamente, que fazer o que lhe cabe por lei em prol da sociedade, e não de si próprio.
. O Estado porque não proporciona à criança e ao adolescente ensino efetivo, de qualidade e atrativo, bem como não promove, efetivamente, a ocupação dos jovens, dando-lhes qualificação profissional de acordo com as necessidades do mercado. Não fiscaliza a ação de seus agentes da área em questão e peca pelo corporativismo. O ECA, ainda que carente de correções, é uma legislação muito boa. Ele precisa ser mais bem interpretado e aplicado. Nele não há medição de forças entre o Estado e a Família. Ambos precisam um do outro para preservar a nossa juventude. As autoridades públicas devem reforçar a autoridade da família. Têm que impor limites à criança e ao adolescente para que os pais tenham base para repassar aos filhos. Sem limitação, os pais não têm como exigir dos filhos, porque, como sois acontecer, infelizmente, os imaturos são seduzidos pelos maus exemplos, inconscientes dos males que eles trarão. O ECA não dificultou a educação dos filhos, mas sim, apenas procurou evitar que violências sejam praticadas contra eles a pretexto de educá-los, tratando-os como sujeito de direito e atento à sua peculiar situação de pessoa em desenvolvimento. Não são mais tratados como objeto como eram no sistema antigo. A educação de uma pessoa não se dá de um dia para o outro. São necessários anos de ensino de bom comportamento e vida exemplar de trabalho e honestidade na família para que se tenha uma boa formação. Quem não a teve, não terá convivência social pacífica e preparo para, com galhardia, enfrentar as adversidades cotidianas. A má formação trará, primeiro, reflexo negativo dentro da escola e, depois, na própria sociedade, que terá que conviver com a marginalidade produzida.
. Cláudio Santos de Moraes, Promotor de Justiça da Infância e Juventude de Rio Preto, do Diario da Região

14/11/2008   |   Comentários (2)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Unanimidade: vereadores aprovam autarquia de água e esgoto

. Em sessão extraordinária, os vereadores aprovaram, por unanimidade, o projeto que cria a Superintendência de Água e Esgoto de Catanduva (Saec). Segundo Nílton Cândido (PTB), o custo do Saneamento é de R$ 600 mil por mês, mas fatura R$ 1,3 milhão mensais, os R$ 700 mil podem despoluir o rio. E alguém acreditava que seria diferente?

13/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Notas sobre a eleição para presidente nos EUA

. De Rubens Barbosa, consultor de negócios, presidente do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp, foi embaixador nos EUA, no Estadão.
. Muito se disse e se dirá sobre a eleição de Barak Obama. Sem a pretensão de esgotar o assunto, vou procurar analisar apenas alguns dos aspectos que considero importantes para entender o real significado do que ocorreu nos EUA.
. O presidente eleito soube entender as profundas transformações que estão ocorrendo na sociedade americana, acentuadas pela crise financeira. Deu forma e conteúdo aos anseios dos eleitores e passou a personificar essas mudanças. A uma nação infeliz, dividida e em crise interna e externa, sobretudo desde o 11 de Setembro, ele ofereceu a recuperação da auto-estima, a reconstrução da economia e a recuperação da imagem internacional. Realista, Obama, no primeiro discurso como presidente eleito, tentou baixar as expectativas ao sinalizar que os desafios são enormes, os resultados não vão ser imediatos e sacrifícios deverão ser enfrentados pelo povo americano.
. O Brasil continuará a ocupar uma posição diferenciada como interlocutor privilegiado dos EUA, não só para temas regionais, mas também por ser um país emergente com crescente projeção externa em temas globais, como energia, bicombustíveis (etanol), meio ambiente e mudança de clima e comércio. As relações bilaterais estão em nível excelente, não havendo nenhum problema político ou diplomático. No tocante às relações comerciais, pouco se poderá esperar, em conseqüência da tendência protecionista do Congresso, dominado pelos democratas, agravada pelo aumento do nível do desemprego decorrente da crise financeira. É possível prever o aumento do contencioso comercial em razão de novas medidas restritivas que afetam os produtos brasileiros (inclusive o etanol) e dos subsídios. No tocante às negociações multilaterais da Rodada Doha, uma das prioridades do governo Lula e do Itamaraty, são nulas as possibilidades de sua retomada pelo menos durante os primeiros dois anos da gestão Obama.

13/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Os três desafios de Obama

. A VITÓRIA de Barack Obama resgatou a democracia americana depois de 30 anos de exclusão interna e prepotência internacional. Dois grandes "setores" foram vitoriosos: dentro dos EUA, os pobres e os trabalhadores; fora, o mundo inteiro que, estigmatizado pela perspectiva imperial americana, apoiou o candidato democrata. Foi uma vitória extraordinária, que emocionou todos porque era a vitória da esperança. Entretanto, não devemos nos enganar: é pouco provável que Obama venha a ser um bom líder para o mundo.
. São três os grandes desafios que enfrentará o novo presidente: reverter o aumento da desigualdade nos Estados Unidos; abandonar a atitude imperial de seu país em relação ao resto do mundo; e associar-se às demais nações na superação da grande crise financeira atual.
. No plano interno, embora em uma eleição majoritária o candidato precise limitar as definições ideológicas para conquistar o centro, creio que o governo Obama será, afinal, um governo progressista. Não só as posições que assumiu, mas, principalmente, os apoios apontam nessa direção. Segundo a National Election Pool, Obama teve apoio de 88% dos progressistas, enquanto McCain tinha a seu favor 78% dos conservadores; o apoio de 95% dos negros e de 66% dos hispânicos, contra 55% dos brancos para McCain; de 66% dos jovens de 18 a 29 anos, enquanto McCain tinha 53% dos acima de 65 anos.
. Os Estados Unidos, entretanto, ao se tornarem hegemônicos em 1945 e unipolares em 1989, não compreenderam que seu nacionalismo não podia ser imperial. Instituições que definam as regras do jogo competitivo e um líder político que contribua para sua definição são necessários, existindo, portanto, espaço para a liderança americana. Mas o nacionalismo legítimo é democrático e liberal; é um nacionalismo que não pretende apontar um caminho único para o mundo, mas definir o espaço de um grande jogo em que todas as nações possam ganhar.
. LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA , 74, professor emérito da FGV-SP, é colunista do caderno Dinheiro . Foi ministro da Ciência e Tecnologia e da Administração Federal e Reforma do Estado (governo FHC), além de ministro da Fazenda (governo Sarney). Da Folha

13/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
PRE mantém multa a Vinholi e a aposentados

. De Antonio Sergio R. Silva (Barbosa) - NM:
. O recurso eleitoral que tramita no Tribunal Regional Eleitoral em que os recorrentes e recorridos são Geraldo Vinholi (PDT), Sinval Malheiros (PV) e oito diretores da Associação dos Aposentados de Catanduva, tem parecer desfavorável da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE). Trata-se de recurso contra a decisão do juiz eleitoral José Roberto Fernandes Lopes, que aplicou multa de R$ 11 mil a Vinholi, Sinval e aos diretores da entidade, totalizando-se R$ 110 mil.
. No dia 11, ontem, o parecer foi enviado ao juiz relator Nuevo Campos “para conclusão.” Conforme a decisão do juiz eleitoral de Catanduva foi aplicada multa a Warley Martins Gonçalles, Antônio Dárcio Beneduzzi, Nélson Ferraz de Almeida, Rubens Roberto Lopes, Nair Marchiori dos Santos, Antônio Galindo Dias, José Nélson Ramos Júnior e Jair Alves Dias, “na condição de diretores da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Catanduva e Região”, bem como os candidatos Geraldo Antônio Vinholi e Sinval Malheiros Pinto Júnior, “à multa no valor de R$ 6 mil (seis mil reais) a cada um dos representados”. Em outro artigo, o juiz eleitoral condenou os mesmos diretores da Associação, bem como os candidatos, “à multa de R$ 5 mil (cinco mil reais) a cada um dos representados”. A decisão sobre o recurso eleitoral é do Tribunal Regional Eleitoral.
. Segundo informa o advogado que defende os recorrentes desse recurso, Luís Américo Ceron, esse parecer da PRE não é definitivo e o processo será posto em julgamento. “Não raras vezes os pareceres não são acolhidos”, destaca Ceron.

12/11/2008   |   Comentários (1)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Estados Unidos evitarão execução de hipotecas

. O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira um plano de resgate aos proprietários de imóveis em dificuldades. O objetivo é evitar a execução de hipotecas (causa da crise financeira nos EUA e no mundo).
. As hipotecas alvo da ajuda são principalmente as operadas pela Fannie Mae e Freddie Mac, gigantes do setor imobiliário salvas por ajuda financeira do governo e estatizadas. São famílias despejadas, seus vizinhos, comunidades inteiras, todo o mercado imobiliário. Espera-se encerrar essa espiral negativa, segundo James Lockhart, diretor da agência reguladora de financiamentos de hipotecas.
. Com aumento do desemprego, cresce ainda mais inadimplência no setor imobiliário. O plano terá abrangência ampla uma vez que a Fannie Mae e a Freddie Mac, sozinhas, possuem cerca de 31 milhões de hipotecas nos EUA, ou seis em cada dez hipotecas. O mutuário deverá estar pelo menos três meses atrasado em seus empréstimos para habitação, além de dever mais de 90% do valor do imóvel atual. A ajuda poderá ser dada de várias maneiras. Uma delas é a redução da taxa de juros até o ponto em que o devedor não usará mais de 38% de seus ganhos mensais com a parcela. Outra opção é prorrogar os empréstimos de 30 anos para 40 anos.
. Um estudo recente da Moody's Economy.com estima que 7,3 milhões de chefes de família que adquiriram a casa própria ficariam inadimplentes entre 2008 e 2010, e que 4,3 milhões deles poderiam perder suas residências.
. Cerca de 80% das famílias americanas são proprietárias das casas onde vivem. O programa "Hope Now", que reúne credores, conselheiros e investidores, anunciou no final de outubro ter evitado 2,5 milhões de execuções hipotecárias desde julho de 2007. (Folha)

11/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
O sucessor de Macchione

. O PSDB que é governo vai de Ramirez, que é do PSDB. Empresário, bem sucedido, um gerente de cidade na linha de Macchione. Mais do mesmo para garantir um legítimo 45 catanduvense na cadeira. E o DEM? Vai de vice de novo? Não, vai de Roberto Cacciari. O Vinholi vai tentar de novo, pode ter certeza. Mas calma, teremos 4 candidatos e o prefeito sairá da Coligação PT-PTB, ou PTB-PT, restando definir se o prefeito será Félix ou Marcos Crippa. Escrito por: Realista | | 11/11/2008 12:26:33
. O único nome viável para a proxima eleição municipal é o de Roberto Cacciari. Catanduva merce um prefeito com as qualidades dele. É um empreendedor que administra com competência e o mais importante, com o coração. É isso que falta na administração pública. Votei em todos os candidatos que ele apoiou. Votarei nele caso ele for candidato. No quesito respeito para com o povo, ele é formidável. O Renato Ramires é um excelente nome. No entando, falta um trabalho para emplacar o seu nome. Ele poderia começar como candidato a vice prefeito de Robeto Cacciari. Depois disso, candidato a prefeito. Dessa forma, seria mantida uma linha de administradores CATANDUVENSES competentes e impediria que nossa querida cidade fosse saqueada por alguns piratas imigrantes. Escrito por: Zé Carlos | zcsf@hotmail.com | 03/11/2008 09:29:51
. Sei que o Cacciari é muito bom .Minha sogra é assistida pela casa de caridade que ele dirige lá na Soto. Eu voto nele. Gostei desse site aqui.Parabéns seu Mário. Escrito por: Lurdes | Catanduva | 02/11/2008 12:32:04
. Está muito cedo para prever qualquer candidatura da base governista.
. Nota do Redator: Ninguém quer prever nada, apenas alertar o Macchione que ele tem nomes à disposição e deve trabalhá-los desde já, se quiser manter a cidade em mãos patrícias. Escrito por: Daniel Morroni | | 01/11/2008 20:44:13
. Sem sombra de duvidas, o proximo candidato da situação, do governo, será Cacciari. Além de ser o eventual sucessor, é um administrador, é uma pessoa que não visa politica, mas sim em administrar e administrar para o bem comum, isso é provado devido aos projetos sociais que sempre fez, e sempre fez sem querer se aparecer, o fez pois é uma pessoa seria, digna e sabia. Cacciari 2012 ! Escrito por: Julinho | | 01/11/2008 14:40:00
. COM CERTEZA, RENATO RAMIREZ! Não gosto de algumas parcelas do Cacciari, e essas parcelas seriam potencializadas se ele estivesse no centro dos holofotes, como prefeito. Escrito por: Milton Moura | miltonmo@hicsos.com.br | 31/10/2008 09:42:47
. Macchione vai apoiar um do grupo dele.Não vai deixar que candidato do outro grupo ganhe.O Cacciari por ser vice tem a preferência.Acho que é um bom candidato, o importante não deixar o Vinholi ganhar. Forasteiro não! Tenho dito. Escrito por: Noronha | | 27/10/2008 09:03:20
. Sem duvida, o mais criativo é o Morasca, da Agua e Esgoto, cobrou agua de todos, implantou o projeto dos medidores novos, etc. Escrito por: Ana Carolina | | 27/10/2008 00:22:44
. Sem dúvida, um que preenche os requisitos necessários é o autor deste site: Mário Saturno. Escrito por: Jorge Saldanha | | 26/10/2008 19:04:10
. Acho que o Cacciari é a pessoa indicada.Empresário capz com bons sentimentos. Escrito por: Linhares | | 26/10/2008 14:52:27
. Com certeza Renato Ramirez! Escrito por: Julio Cruz | jcruz@hotmail.com | 26/10/2008 04:11:07
. O macchione é o prefeito mas quem faz mesmo é o secretario de obras o Minervino Neto. Este é um que deve ser levado em conta para a sucessão. De verdade, o macchione tem 2 anos para preparar um bom sucessor. É o que penso. Escrito por: Cassia Silva | | 26/10/2008 01:12:32
. Não acho o Cacciari uma boa opção não, para mim ele **** só faz ***propaganda dele. Escrito por: Slvio Eloisio | | 25/10/2008 16:14:36
. Na minha opinião, quem de fato colocou a casa em ordem foi o secretário de finanças, Dr. José Francisco Limone, já mostrou seu valor nas leis, defendendo o municipio, pode e tem condições de ser trabalhado. Seria um excelente continuador do trabalho da macchina. Escrito por: Slvio Eloisio | | 25/10/2008 12:12:36
. Puxa não é cedo para isso ? Mas a disputa para 2012 hoje já está desenhada. Se nada mudar, a briga vai ser com Caciari e Vinholi.Caciari é daqu,i já leva vantagem.É minha opinão. Escrito por: Silas | | 25/10/2008 09:52:29
. Que tal o engenheiro agrônomo e empreendedor Omar (da padaria). Ele esteve envolvido em muitos projetos públicos, inclusive internacional, e ainda tem boas conexões políticas no Estado e na Federação. Escrito por: João Borges | | 25/10/2008 00:37:29
. se não aparecer alguém que se destaque no cenário político local, nos próximos quatro anos esatremos com uma única opção, Vinholli. Catanduva não tem nomes de peso para pensarmos nesse momento, sinto dizer mas Caciari está fora de cogitação, não se elege fácil não. Vivamos o presente aliás o presente de 4 anos. Espero que em 2010 o Sr. prefeito de um bom reajuste ao funcionalismo, no mais, vamos seguindo e fazendo o melhor para nossa querida Catanduva. Escrito por: JR | | 24/10/2008 20:06:08

11/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Crise do dólar
 


. Impulsionado pela crise imobiliária dos Estados Unidos, o dólar dispara e ameaça o mercado, inclusive com a inflação, IGP-M principalmente, que afeta os contratos e os serviços públicos.
. O dólar passou de R$ 1,55 em agosto para R$ 2,28 no início do mês, já começou a pressionar os preços. A inflação deve passar de 10%.

11/11/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
O fim do emprego

. Vivemos em uma sociedade baseada no emprego e ele está desaparecendo. O nível de desemprego na Europa dobrou em 15 anos, entre 1979 e 1994. E tem piorado. Se algo fosse feito, precisaríamos de muitos anos para obter numa situação mais ou menos suportável. Existe uma coisa pior do que ser explorado pelo trabalho: não ser nem mesmo explorável. E passamos de uma sociedade que explorava o trabalho a uma de exclusão. Se houver um regime totalitário poderemos passar da exclusão à eliminação.
. Vivemos numa sociedade que é e que se pretende cada vez mais econômica, que nos faz compreender que nesta economia nós somos o supérfluo. Então, esta sociedade que parece ser puramente uma economia de mercado mascara outra, puramente especulativa, onde não se investe. É uma economia de cassino e de contadores, não é baseada em nenhuma atividade real. Não cria nenhum emprego e domina o mercado.
. Vivemos ainda, com relação ao emprego e, em conseqüência, ao desemprego, com os mesmos conceitos do século 19, quando o emprego era a norma. O fim do emprego era uma utopia. Dizíamos que se nos liberássemos dos trabalhos que as máquinas podem fazer, teríamos mais tempo livre para a diversão, para o prazer e para trabalhos mais interessantes. O mesmo acontece com as tecnologias de ponta e com a globalização. Gostaríamos que a globalização fosse tomada e pensada pela política, mas isto não acontece. Precisamos mudar de política, mudar a maneira de pensar a política, já que a sociedade e a civilização mudam. Ao ainda viver com estes conceitos, encorajamos a vergonha que os desempregados sentem por estarem desempregados.

 
 
  Notas 1a 15 de 340
 
Os textos assinados representam a opinião do(s) autor(es).