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29/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Credibilidade do jornal se estende a anúncios

Pesquisa do Instituto Ipsos Marplan revela que meio é a âncora do mundo

O jornal tem credibilidade e transmite segurança, segundo a pesquisa qualitativa "O poder do meio jornal", encomendada pela ANJ (Associação Nacional dos Jornais" e apresentada pela diretora de mídia custom do Ipsos Marplan, Cinthia D'Auria, nesta terça-feira (19), durante o 7º Congresso Brasileiro de Jornais. "A pesquisa mostrou só o lado positivo. Queríamos ver quais eram as fortalezas do jornal", disse Cinthia.

Essas qualidades dos jornais são extendidas aos anúncios, pois os leitores entendem que se está no jornal passou por um filtro. "Os leitores admiram também a divisão por seções do jornal ser respeitada também pelos anúncios", falou Daina Ruttul Godinho, diretora da Ipsos Marplan.

Foram destacadas seis características que proporcionam a credibilidade e a segurança: diário/matutino, físico/palpável, tradicional, profissionais renomados, completude/profundo, abrangente/diversificado. A pesquisa ouviu oito grupos de leitores, além de formadores de opinião, tomadores de decisão e executivos. Cristiane Marsola

29/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Justiça proíbe Crivella de usar imagem de Lula

De O Dia: O senador Marcelo Crivella, candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, está terminantemente proibido de usar imagens ou áudios do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em seu programa eleitoral gratuito no rádio ou na TV. A decisão é do juiz Cezar Augusto Rodrigues Costa, da 8ª Zona Eleitoral do Rio de Janeiro, atendendo ao pedido do diretório municipal do PT do Rio, proibiu o senador.

A razão é pelo fato de Lula ser filiado ao PT e, segundo a lei eleitoral, candidatos de outros partidos não podem ser exibidos em programas políticos em outras legendas.

28/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
As frases do Emanuel Fernandes

    Ao longo de minha atividade política descobri algumas frases que me ajudam a compreender (e consequentemente a melhorar) o nosso país. Eis algumas delas:
    1. Para perguntas erradas, não existem respostas certas (dita por Luiz Paulo Velloso Lucas).
    2. Num país cheio de crendices políticas, é mais fácil ser pajé do que ser cacique.
    3. Em geral, as intenções são uma vontade à procura de uma idéia.
    4. A pior traição do intelectual é a cegueira (Julien Benda).
    5. O Brasil errado é o Brasil dos outros.
    6. O Parlamento é o lugar onde se transforma problemas privados em problemas públicos.
    7. No voto distrital, o eleitor escolhe o candidato. No atual sistema, é exatamente o contrário.
    8. O Presidente Lula pensa que o Brasil nasceu para ele e não ele para o Brasil.
    9. A forma deve estar a serviço do conteúdo e não o contrário.
    10. O estúpido é aquele que acarreta um mal a alguém embora não ganhe nada, ou até mesmo perca com isso.

28/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Jogada de mestre?

O prefeito emplacou o presidente do PSDB como presidente do time de futebol, paixão de muita gente, prometendo primeira divisão. Foi uma jogada de mestre? Do Notícia da Manhã:

O novo presidente do Grêmio Catanduvense, Wílson Farizato, prometeu para a torcida de Catanduva que tem como meta principal levar a equipe para a primeira divisão do Campeonato Paulista em 2010.

“Vamos montar uma equipe forte em 2009 para alcançar o nosso objetivo, que é buscar vaga na elite do futebol paulista em 2010”, falou o novo presidente.

27/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Atenção jornalistas

Muitos deputados e senadores virão à cidade para dar apoio a seus condidatos. OBSERVEM:

1) Que dia da semana vêm fazer política, dia de expediente em que recebem para trabalhar para o POVO?

2) Usam carro e pessoal, assessores e motoristas, pagos com dinheiro público?

3) Qual o uso da verba de gabinete do senador ou deputado

Quem quiser ajudar, poste a pergunta que esqueci

27/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Falece Zé Ito, líder político da região

Do Notícia da Manhã, por Antonio Sergio R. Silva (Barbosa)

Faleceu hoje de manhã, no hospital Beneficência Portuguesa, em São José do Rio Preto, o presidente da Companhia de Desenvolvimento Agrícola do Estado de São Paulo (Codasp), José Roberto Perosa Ravagnani, mais conhecido por Zé Ito. Segundo informou o neurocirurgião Sidney Sampieri, que o atendeu, Zé Ito chegou ao hospital em estado grave. De acordo com o médico Sampieri, estava internado desde segunda-feira última. Sobre sua morte, explicou: “A princípio foi de meningite, que não era a meningocócica. Chegou em estado grave ao hospital, era diabético e tinha problemas no fígado.”

Natural de São Paulo, mas desde criança residia em Urupês, Zé Ito estava com 47 anos de idade. A liderança política de Zé Ito começou bem cedo, e vem de raízes de família. O avô, Roberto Perosa, e o pai, José Ravagnani foram prefeitos de Urupês, cidade da região de Catanduva. Zé Ito seguiu seus passos políticos e elegeu-se prefeito na gestão 1997-2000 e 2001-2004 com votação expressiva. Teve 72% e 86% dos votos, respectivamente. Seu tio, Antônio Perosa, foi deputado federal eleito pela região.

Era casado com Cássia Rita de Bortolli Ravagnani, candidata a prefeita em Urupês, e deixa duas filhas maiores. A expectativa é de que o funeral ocorra na quinta-feira, 28, às 14 horas, em Urupês.

Quem é Zé Ito - José Roberto Perosa Ravagnani, o Zé Ito, nasceu no dia 26 de novembro de 1960, em São Paulo. Ainda criança, trazido pelos pais, fixou-se para Urupês. Estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo (USP) por três anos, porém não concluiu os estudos.

Por dois mandatos consecutivos foi prefeito de Urupês – 1997 a 2000 e 2001 a 2004. Na primeira eleição recebeu 72% dos votos válidos, e, na segunda, 86% dos votos. Sua família é de tradição política. O avô, Roberto Perosa, e o pai, José Ravagnani, atuaram como prefeitos de Urupês. Já o tio Antônio Perosa foi importante deputado federal. Ex-presidente do Mundo Novo Clube de Urupês, entre os anos 1986 e 1994, Zé Ito sempre se dedicou à vida pública. A carreira política de Zé Ito não demorou a deslanchar. Foi um dos fundadores do PSDB na região, em 1988. Foi presidente da Associação dos Municípios da Araraquarense (AMA) de 1998 a 1999 e coordenador do PSDB na macrorregião de São José do Rio Preto entre 1994 e 1996 e na região de Catanduva de 1996 a 2006. Membro fundador da Fundação Mário Covas, Zé Ito trabalhou como assessor político da Prefeitura de Catanduva entre 2005 e 2007. Posteriormente, foi convidado pelo governador José Serra para presidir a Codasp.

Borracha. Segundo constatou o Notícia da Manhã, em sua primeira gestão, em Urupês, Zé Ito implantou e incentivou grande parque fabril de calças jeans, até hoje em franca atividade. Porém, um dos maiores investimentos que fez, em parceria com a iniciativa privada, foi montar enormes barracões com estrutura para implantar fábrica de borracha. A fábrica era para ser instalada em Novo Horizonte, município que tem mais de um milhão de pés de seringueira, para extração do látex. Zé Ito, no entanto, conseguiu trazê-la para Urupês, e hoje é uma das maiores desta região do Estado.

26/08/2008   |   Comentários (1)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Doadores da campanha

Considerando a polêmica envolvendo "assessores", Farizato, Félix e Vivaldo, resolvi fazer uma pesquisa que todo eleitor poderia fazer e que todo jornalista deve fazer. O Site Às Claras fornece a lista de financiadores. De 2004 podemos ver:

Macchione: www.asclaras.org.br/2004/candidato.php?CACodigo=10358

Vinholi: www.asclaras.org.br/2004/candidato.php?CACodigo=10357&rs=true

Ana Paula (PT): www.asclaras.org.br/2004/candidato.php?CACodigo=10359

Curiosidades: Farizato não doou nada. Félix doou R$ 3.400,00 e Vivaldo, R$ 8.000,00.

25/08/2008   |   Comentários (3)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Quando a imagem fala alto
 


Na guerra política, toda informação deve ser utilizada. Os candidatos usam fotografias para ajudar a construir sua imagem. O Dr. Pedro Macchione, certamente o cérebro da campanha, distribuiu aos órgãos de imprensa as fotos da participação dos candidatos Vinholi e e Macchione em evento promovido pela Igreja, não temos a foto da Beth Sahão, se alguém puder enviar...

Não fez nenhum comentário. Nem precisa.

Apesar da foto do Macchione estar muito favorável, os leitores podem observar alguns "truques" para aparecer bem na foto.

Observe as duas fotos e poste aqui o que observa.

Entre outras, a abertura da foto do Vinholi, prejudica ou ajuda o candidato?

22/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Exemplo para todas as cidades

Os três candidatos que disputam a Prefeitura de São José dos Campos enfrentarão nos próximos dias uma verdadeira maratona de sabatinas promovidas por setores organizados da sociedade. A meta é "esmiuçar" o plano de governo para os próximos quatro anos. >P> A série começa na amanhã com evento agendado pela central sindical Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas), que possui bases no setor metalúrgico. Na semana que vem, os postulantes participam de sabatinas da Faculdade de Direito da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) e da Diocese de São José.

Na primeira semana de setembro, alunos do colégio Objetivo entrevistarão os "prefeituráveis". Cada candidato participará em um dia distinto, ao contrário das demais sabatinas. O mesmo formato será usado pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) em sabatinas na semana seguinte --o evento será restrito a empresários convidados.

No dia 13 de setembro, a SAB (Sociedade de Amigos de Bairro) do Jardim Aquarius (região central da cidade) reúne os três candidatos em evento no saguão do Fórum Trabalhista.

Os candidatos prometem participar de todas as sabatinas da série. Ontem, os coordenadores de campanha elogiaram a iniciativa das entidades.

22/08/2008   |   Comentários (3)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Cel. 17-9775-2971 -- mariosaturno@uol.com.br
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21/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Candidato também fiscaliza

    Completamos neste ano, 40 anos de lutas pela democracia e pela liberdade, não só no Brasil mas no mundo todo, pois 1968 foi o ano da juventude mostrar o seu valor. Neste país, que dizem ser pacífico, o entendimento das correntes políticas nos anos 70 custou muitas vidas e nossa bandeira branca da Paz foi conquistada porém banhada com muito sangue.
    Por isso cada cidadão deve zelar pela Democracia e lutar que aperfeiçoá-la. Em respeito aos mortos que tombaram nesta luta. E os candidatos devem ser os primeiros zeladores. Assim como devem fazer, devem estar atentos e serem os primeiros fiscais, uns dos outros para evitar os excessos eleitorais, principalmente o abuso econômico. É legítimo apontar e denunciar. Além de se confrontar idéias, deve-se confrontar práticas atuais e passadas.
    Para muitos políticos, conquistar o poder é o que importa, alguns mostram que estão dispostos a tudo, até afirmam “vamos vencer, custe o que custar”. Isso é preocupante!
    Ser político é viver a arte do bom relacionamento. Isso requer ser organizado, bom de papo e de bastidor. E ter o dom de valorizar as pessoas. Os políticos precisam de amplificadores para exercerem seu poder, ou seja, jornalismo e jornalistas podem ser bons aliados ou grandes inimigos.
    Alguns políticos não restringem o corpo-a-corpo ao convencimento, abusam com distribuição de benesses, como cestas básicas.
    Algo que tem sido muito cobrado pelos eleitores atualmente é o envolvimento real do candidato com a cidade: que bens e investimentos ele tem na cidade.
    Muitos políticos pensam e agem como ditadores, imaginam que os eleitores lhes dão plenos poderes para agirem como eles, políticos, acharem que devem agir. Para identificar esse mau político basta ver quem o acompanha, líderes democratas atraem cabeças pensantes ao seu lado, pois não despreza opiniões alheias além de saber evitar conflitos não objetivos ou ofensivos. Já os ditadores cercam-se de ignorantes e burros.
    O bom político também sabe escolher seus colaboradores e delegar poder para executar tarefas, coletar informações, vigiar os adversários. O político também tem que agüentar porrada, pois sobra para todo mundo. Política não é lugar para quem tem medo.
    O candidato monta uma estratégia, principalmente para a defesa. E aqui se levanta cada ponto fraco e também a resposta pronta. Velocidade é vital. Porém, algo pouco explorado é o jurídico, devem colocar os advogados para gerar todo o arrazoado jurídico para se detectar erros e abusos, como pedir direito de resposta nos jornais e nas rádios e mesmo multas. Democracia se faz com respeito às leis.

21/08/2008   |   Comentários (1)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
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21/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Declaração

Acabei de ler no Passando a Limpo: Warley Gonçalles disse... Sobrou até mesmo para o cientista do INPE, Mario Saturno, que participou da palestra. Saturno foi ouvido no jornal Notícia da Manhã, opinando que a associação deveria abrir espaço para todos e que não sabia que apenas Vinholi participaria. "Ele sabia sim. Lamentamos que tenha se expressado desta maneira, já que ele sabe a situação da entidade, que sofre com o despejo do prefeito batendo à nossa porta. Abrimos o espaço para sua palestra, e lemos sua opinião desfavorável à nossa entidade no jornal. Gostaria que ele falasse que não sabia da lista de convidados na frente do Richard Casal, nosso assessor de imprensa. Todo mundo sabia com antecedência a lista dos palestrantes, inclusive ele. Mas a vida é assim, tudo bem"

Então vou declarar na frente do Richard e de todo mundo: Só sabia que a Aline iria falar. Sabia que a Associação estava acordada com o Vinholi. Na hora também fiquei sabendo dos outros na hora, inclusive que o Pe Synval não estaria lá. Também soube pelo PAL que o Arthur foi convidado. Só fiquei surpreso em ver o número 12 no cartaz principal do evento.

Porém, como afirmei ao NM, mesmo se tivesse sido informado que somente o Vinholi iria, estaria lá porque não tenho compromisso político com ninguém. Na minha palestra fiz questão de afirmar que não apoiava ninguém e, do ponto de vista do eleitor, era contra todos.

21/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Como arrecadar dinheiro

Do Vale Paraibano de São José dos Campos: Um público formado predominantemente por assessores comissionados da Prefeitura de São José dos Campos, dirigentes de partidos governistas e empresários da cidade ajudou o PSDB a arrecadar R$ 550 mil para a campanha em prol da reeleição de Eduardo Cury na noite de ontem no antigo Evidence Hall, no Jardim Limoeiro, zona oeste. Foi computada pela organização a presença de 1.100 pessoas. Cada convite foi vendido a R$ 1.000 e dava direito ao jantar para duas pessoas.

20/08/2008   |   Comentários (0)   |   Imprimir  |   Enviar por E-mail
Programas eleitorais

Do Ex-Blog do Cesar Maia

PROGRAMA E COMERCIAIS ELEITORAIS: UM DESPERTADOR!

1. Já foi o tempo em que o eleitor se fixava nos programas e comerciais eleitorais, se comovia ou se mobilizava com eles. Há pelo menos 4 anos que não é mais assim. Nem por isso os programas e comerciais perderam a importância. A começar pelo fato que o eleitor médio acha que quem tem pouco tempo de TV não tem chance. Ter tempo suficiente é fundamental para dizer: - Eu existo.

2. Uma vez com um tempo suficiente de TV, esse deve permitir ao eleitor ter imagens que ajudem a memória do eleitor, mesmo aqueles -que não são poucos- que apertem o botão do "mute". Os personagens e os temas devem ser abordados de forma que uma atenção de segundos seja suficiente.

3. O eleitor não está nem aí para a campanha. Até que surgem os candidatos na TV à sua frente. É provável que o desgaste dos políticos leve o eleitor médio a desqualificar todos. Mas dia a dia, com ou sem "mute" a TV vai servindo como um despertador: - Trimmm, a eleição está aí.

4. Com este trimmmmm... o eleitor inicia seu processo de tomada de decisão. Da negativa caminha em direção a uma decisão. As pesquisas pré-TV vão ficando para trás, a menos que algum candidato seja ou tenha sido prefeito ou governador, quando a pesquisa incorpora um julgamento. Quanto aos demais, não. O processo está aberto.

5. Deflagrado pela TV este processo de conversas, fluxos de opinamento, troca de opiniões, as/os candidatas/os, precisam ter na base uma semeadura suficientemente ampla, para serem comentados positivamente. Ou seja, para que no primeiro filtro eles fiquem para a escolha final.

6. Com o processo de decisão a caminho -já na segunda quinzena de setembro- o eleitor já não aperta o "mute" e caminha para decidir. Nesse momento, programas e comerciais de TV, devem mesclar uma espécie de -o melhor até aqui- com pontuações afirmativas e compromissos.

7. Essa é a dinâmica de um processo que é despertado pela TV, irrigado numa curva ascendente pelo boca a boca, filtrado na segunda parte desta curva, e que retorna a TV para a decisão final. Todas as fases são importantes. Pesquisa antes da TV é principalmente memória de nomes.

8. Hoje começa a tocar o trimmmmmm... do despertador em todas as residências. Apenas estará despertando o eleitor. Por enquanto.

 
 
  Notas 1a 15 de 181
 
Os textos assinados representam a opinião do(s) autor(es).